Os elevadores estão, cada vez mais, automatizados e apetrechados com as últimas novidades, em termos de Internet das Coisas e de Inteligência Artificial. Assim, a profissão de ascensorista está em vias de desaparecer, já que tende a tornar-se desnecessária.
Atualmente, já há muito poucos ascensoristas em todo o mundo e a profissão parece, irremediavelmente, estar a entrar “em vias de extinção”. Os principais papéis destes profissionais são a operação dos elevadores de um edifício, auxiliar os passageiros, nomeadamente a saírem nos andares corretos, e zelar pelo bom estado do equipamento. Ora, com a emergência da chamada Manutenção Preditiva que permite monitorizar e inspecionar os elevadores através de técnicas inovadoras, e com a Internet das Coisas a afirmar-se como a nova tendência deste setor, o ascensorista deixa de ter utilidade. Em algumas situações, quando estamos perante pessoas que têm medo de alturas ou de lugares fechados, ou de idosos avessos a novas tecnologias, podem contudo, ainda ser figura chave, assumindo o papel de “humanização do elevador”.
