escada rolante

Escadas rolantes e elevador entre Porto e Miragaia

A Câmara do Porto tem um projeto para construir escadas rolantes…

A Câmara do Porto tem um projeto para construir escadas rolantes e um elevador entre Miragaia e os jardins do Palácio de Cristal e reativar o elevador da Ponte da Arrábida. Com este projeto, a Câmara do Porto prevê gastar 2,75 milhões de euros na reativação de um dos elevadores da Ponte da Arrábida com a construção de novos caminhos entre o Codeçal e a Avenida de Vimara Peres até ao tabuleiro superior da Ponte Luís I e na instalação de escadas rolantes e de um ascensor na encosta de Miragaia e nos jardins do Palácio de Cristal. O desconhecido elevador da Lada é uma das peças deste plano de mobilidade entre a Baixa e o Centro Histórico da Invicta.

Segundo a Vereadora da Mobilidade do Município do Porto, Cristina Pimentel, pretende-se avançar com o concurso público no início do ano de 2016 para a conceção pedonal pela encosta de Codeçal, aproveitando o Elevador da Lada, e dos acessos mecanizados entre Miragaia e os jardins do Palácio de Cristal, vencendo a escarpa da Rua da Restauração. As escadas rolantes serão instaladas nas Escadas das Sereias e que a descida seja facilitada por outras escadas rolantes entre o miradouro nos Jardins do Palácio e a Rua da Restauração. No Codeçal, o ascensor já existe – o conhecido Elevador da Lada – apesar de ser ainda desconhecido de muitos e de pouca utilidade para quem visita a cidade, servindo sobretudo os moradores e os utentes do Centro Social da Sé. O Município pretende aumentar a utilização do elevador, reativado em 2010 alargando o seu horário (das 8 às 20 horas entre a Ribeira e as Escadas de Barredo). Para mais tarde ficará a reativação do ascensor da Ponte da Arrábida, esperando que o elevador da parte de Gaia também venha a ser reativado, criando-se assim um percurso de enorme potencial turístico. O Município do Porto pretende reativar o ascensor que facilitará a ligação entre a marginal fluvial e a zona do Campo Alegre, chegando ao Pólo Universitário através da Rua das Estrelas. Num estudo já efetuado indica-se que, face ao potencial turístico deste equipamento será possível concessioná-lo a privados, libertando o orçamento municipal de futuros custos operacionais.

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