Pela primeira vez, um estudo conjunto de cientistas da Universidade RWTH de Aachen e da igus mostra a redução de custos que pode ser conseguida em aplicações, se forem utilizados casquilhos deslizantes em polímeros isentos de lubrificação da igus, em vez de casquilhos metálicos convencionais: até 14 milhões de euros por ano. Outra novidade adicional: este estudo calculou o impacto ambiental, entre outras, numa fábrica de cerveja da Heineken.
Os clássicos casquilhos metálicos requerem lubrificação constante. Os casquilhos deslizantes em plástico de elevada performance da igus não precisam de lubrificação, graças aos lubrificantes sólidos integrados. Isto permite reduzir os custos inerentes à compra dos lubrificantes. Dependendo da aplicação, de acordo com o estudo, os custos podem variar entre 7000€ e 14 milhões de euros por ano. Além disso, são poupadas anualmente entre 8000 e dois milhões de horas de trabalho na lubrificação manual dos pontos de apoio. Um dos participantes do estudo, a fábrica de cerveja Heineken do Brasil, por exemplo, poupa 20 toneladas de lubrificantes por ano, o que equivale a 450 478€, e 5,4 milhões de euros em custos de pessoal ao mudar para casquilhos em polímero em todos os tapetes transportadores nas suas 160 instalações em todo o mundo.
A WBA Werkzeugbau foi encarregada de efetuar o estudo independente. Esta empresa de investigação trabalha em conjunto com o Laboratório de Máquinas-Ferramenta (WZL) e o Instituto Fraunhofer de Tecnologia de Produção (IPT) no campus da RWTH em Aachen como parte de um dos maiores laboratórios de investigação da Europa na área das tecnologias de produção. Os resultados baseiam-se em entrevistas com peritos de 9 empresas dos setores da tecnologia de automação, máquinas de construção, indústria agrícola, alimentar, de embalagens e de bebidas.
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